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Setor financeiro vai gerar ganhos de US$ 140 bilhões, até 2025, com automação

Inteligência Artificial

Setor financeiro vai gerar ganhos de US$ 140 bilhões, até 2025, com automação

Pesquisa da Accenture estima que até 48% dos processos do setor poderiam ser aprimorados com o uso de tecnologias como inteligência artificial

O emprego de tecnologias disruptivas, com inteligência artificial, podem gerar US$ 140 bilhões em ganhos de produtividade e redução de custos, até 2025, para o setor financeiro. É o que projeta novo estudo “Workforce 2025: The Financial Services Skills & Roles of the Future”, elaborado pela Accenture. A estimativa do documento é que até 48% dos processos do setor poderiam ser aprimorados com o uso de tecnologias de automação.

O estudo da Accenture projeta que os ganhos de produtividade de bancos, seguradoras e empresas do mercado de capital chegarão, respectivamente, a US$ 59 bilhões, US$ 37 bilhões e US$ 21 bilhões. O relatório estima que de 7% a 10% das tarefas possam ser automatizadas, gerando uma economia adicional de US$ 12 bilhões para os bancos, US$ 7 bilhões para seguradoras e US$ 4 bilhões para empresas do mercado de capitais.

Segundo o estudo, boa parte das empresas ainda carecem de uma abordagem coerente e estratégica para reimaginar a experiência do cliente, o trabalho e a força de trabalho em um futuro mais digital e centrado nas pessoas.

Na pesquisa, três em cada quatro executivos do setor avaliam que o nível de maturidade digital entre seus colaboradores hoje é maior do que na organização, evidenciando a defasagem do sistema.

“Há uma nova era pela frente para empresas que enxergam o valor da combinação entre a engenhosidade humana e personalização com a eficiência e precisão das tecnologias para criar novas fontes de crescimento. Em um momento em que as empresas estão usando ferramentas de automação para gerar mais valor, a liderança responsável é a chave para conquistar a confiança”, avalia Cathinka Wahlstrom, que lidera a prática de Serviços Financeiros da Accenture para América do Norte.

Para a executiva, não se trata de cortar custos para melhorar os resultados, mas de abraçar as tecnologias para transformar a lógica do trabalho. “Bancos, seguradoras e empresas do mercado de capitais deveriam investir na capacitação de seus funcionários para o domínio de novas habilidades e de novas formas de trabalhar”, apontou.

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