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Coronavírus: Abria coleta projetos de IA

Abria na luta contra coronavírus

Inteligência Artificial

Coronavírus: Abria coleta projetos de IA

Objetivo é facilitar o contato entre empresas, serviços de IA, órgãos públicos e entidades relevantes para a batalha contra o novo vírus

A Associação Brasileira de Inteligência Artificial (Abria) também está na luta contra o coronavírus (COVID-19). A entidade lançou um formulário para coletar projetos e outras task-forces para ajudar com base em escala operacional, datasets, análise & predição, automação de processos, comunicação em massa, logística & distribuição, serviços de APIs, projetos open source, créditos na nuvem, entre outras ideias surjam.

Segundo a Abria, o objetivo é facilitar o contato entre empresas, serviços de IA, órgãos públicos e entidades relevantes para a batalha contra o novo coronavírus.

“Estamos em busca de soluções de IA simples e que possam ser rapidamente implementadas para ajudar neste combate em nosso país. Por isso estamos rodando este formulário para centralizar essas ações (que usam IA) e em contato com outras associações e entidades para formar um plano de ação”, explicou Fernando Lopes, conselheiro da Abria e sócio da MVISIA.

No último ano, os integrante da Abria realizaram diversos MeetUps, sendo que um dos mais relevantes ocorreu no Eretz, incubadora de Startups do Hospital Albert Einstein. “Nessa oportunidade, todos nós discutimos muito o uso da IA para diagnóstico e prevenção de doenças. A partir disso, criamos o comitê de HealthTech da Abria”, afirma Valter Wolf, diretor executivo da Abria.

A Abria também enviou a sua contribuição para a consulta pública para a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial, lançada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no fim de 2019. “O uso de dados pessoais e aplicação ética da inteligência artificial foi um dos pontos mais comentados pelos membros. Isso tem impacto direto na área da saúde, principalmente quando se fala nos dados do prontuário médico do paciente”, completa Wolf.

Para Rodrigo Scotti, chairman da Abria e CEO da Nama, o momento é de concentrar todos os nossos esforços de maneira conjunta. Segundo elle, em hospitais e clínicas, a IA pode ter um papel fundamental para triagem, tirar dúvidas sobre sintomas específicos, facilitar o agendamento de consultas, etc.

“Além disso, como o impacto da recessão afeta a todos os setores, a tecnologia pode reduzir a perda financeira de companhias que tiveram impacto em suas operações. É importante comunicar que a Abria, bem como todos os seus membros, estão à disposição para desenhar o melhor projeto e entregá-lo no menor tempo possível”, observou Scotti.

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