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Alexa busca espaço nos celulares

Além dos próprios telefones da Amazon, a assistente de voz já é compatível com modelos de outros fabricantes

O mercado de assistentes de voz em smarthphones e até nos feature phones está cada vez mais aquecido, e a Amazon vem tentando, com a Alexa, ganhar um espaço dominado atualmente pelo Google Assistente e pela Siri. A empresa lançou, há um mês, o telefone HTC U11, que carrega sua assistente de voz como padrão.

A LG e a Motorola fabricam alguns telefones compatíveis com a Alexa, com preços que vão de US$ 140 a US$ 500. O Google Assistente, por exemplo, está embutido no feature phone Jiophone, que custa US$ 23. A questão do preço, no entanto, é apenas um entre outros pontos que precisam ser superados pela Amazon.

Enquanto a maioria dos telefones tem um botão padrão para pressionar para falar com o assistente de voz, o recurso mãos-livres é uma característica em todos os mais recentes e futuros telefones Alexa.

No entanto, há ainda algumas limitações para Alexa como um assistente mãos-livres. O assistente é incapaz de desbloquear o telefone ou se comunicar por chamada ou texto como os outros assistentes de voz. Mesmo como o assistente padrão, a Alexa se comporta mais como um acessório para as outras opções, como avaliou reportagem do Voicebot.

Outra questão: o caminho para que a Alexa atinja a integração profunda do sistema operacional móvel necessária para o controle de recursos de aplicativos para smartphones é longo. Na corrida por esse mercado, o agravante é que isso já acontece com o Google Assistente, no Android, e com a Siri, no iOS.

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